Apesar de este ser um post sobre uma série televisiva e não ter nada a ver com livros, achei que devia fazer uma opinião a esta segunda temporada de "A Guerra dos Tronos", uma vez que se baseia num dos meus livros favoritos: "As Crónicas de Gelo e Fogo". Produzida e emitida pela HBO nos Estados Unidos e em muitos outros países, a série passa em Portugal no canal SyFy.
Devo dizer que comecei a ler os livros principalmente devido à primeira temporada e por isso senti logo curiosidade pela segunda.
De início senti que a segunda temporada estava a ser um fracasso. A primeira ficou conhecida principalmente devido ao facto de ter seguido tão fielmente os livros. Era uma cópia perfeita em que as personagens eram iguais e os acontecimentos aconteciam na ordem cronológica correcta que o autor dos livros, George R.R. Martin, tinha estipulado. No entanto, a segunda temporada desviou-se bastante do enredo dos livros e os acontecimentos começaram a ser trocados. Elementos que apareciam no meio do livro começaram a aparecer no primeiro e segundo episódios. Algumas personagens foram eliminadas da série, como por exemplo o Jojen e a Meera Reed que aparecem logo no início do livro e nem sequer temos um vislumbre deles na série. Algumas personagens trocaram de nome como a Asha, irmã de Theon, que na série se chama Yara. Isso começou a irritar-me profundamente porque os guionistas estavam basicamente a pegar nos livros e a escrever a sua própria história.
No entanto, a performance dos actores e actrizes conseguiu atenuar esses falhanços. Principalmente o Peter Dinklage, que assume a personagem de Tyrion Lannister, que teve uma performance memorável (como já referi numa outra opinião a um episódio da série). Kit Harrington que representa Jon Snow também teve uma melhoria desde a primeira temporada, assim como a Emilia Clarke que assume a pele de Daenerys Targaryen.
Um dos momentos que vai ficar marcado na minha memória é aquando da Batalha da Água Negra que, creio, foi o episódio escrito pelo George Martin. Quando a batalha parecia perdida, Cersei Lannister leva o seu filho Tommen para a sala do trono e senta-se com ele ao colo no Trono de Ferro. E então começa a contar a história de uma leoa e a sua cria. Não sei se foi o ambiente, a representação ou a história ou tudo combinado, mas este momento foi mesmo marcante.
Outro momento marcante foi o final desta segunda temporada. Samwell Tarly e mais dois elementos da Patrulha da Noite procuram excrementos para queimarem e de repente ouve-se um toque longo do corno. Irmãos de regresso. Depois um segundo. Ataque de selvagens. E depois um terceiro. Os Outros. Na minha opinião, a maneira como os Outros foram executados ficou perfeita. A aura azul descrita no livro, o grito cortante e glacial, a pele branca e os olhos azuis como gelo. Tudo combinado fez este momento um dos melhores de toda a temporada.
No final, acho que prefiro a primeira temporada à segunda. Acho que esta segunda ficou um pouco abaixo principalmente devido à troca de acontecimentos e de nomes. Mas, como os responsáveis pela série disseram, tudo isso foi feito devido aos fãs da série que não leram os livros. Como é normal numa série cheia de personagens, há pessoas que são fãs de umas e outras pessoas são fãs de outras personagens e por isso têm de tentar pôr um pouco de todas as personagens em cada episódio para agradar a todos. Resumindo, 7 em 10 estrelas, um pouco desiludido mas no final conseguiram agradar-me.
Wednesday, 4 July 2012
Monday, 2 July 2012
A Tormenta de Espadas - Opinião
Mais um livro que cai na categoria de livros de opinião/crítica impossível. Porque É impossível fazer uma crítica completa a este livro.
Normalmente faço opiniões aos livros de "As Crónicas de Gelo e Fogo" aos pares. Por exemplo, uma crítica de "A Guerra dos Tronos" e "A Muralha de Gelo" porque estes dois livros complementam-se uma vez que em Portugal os livros originais foram divididos em dois e faz sentido fazer críticas do suposto livro completo. Mas a história chegou a um ponto em que a divisão dos livros parece uma vantagem para dar opiniões. É que tanta coisa aconteceu desde o início, tantas personagens apareceram e tantas morreram, que preciso de dividir a opinião.
Provavelmente esta crítica vai conter spoilers para este 5º livro que, tal como todos os outros da série, foram publicados pela editora Saída de Emergência que publica no nosso país os melhores livros de fantasia que um amante de fantasia podia pedir.
Mais uma vez, SPOILERS para os 4 primeiros livros da série (para quem não quer spoilers para o 5º livro, salte para a frase "Comece agora a crítica" que está a negrito)
Começamos com um prefácio, como todos os outros, passado a norte da Muralha onde a Patrulha da Noite se encontra e sob o ponto de vista de Chett, o patrulheiro responsável pelos cães da patrulha. Chett e outros dos irmãos da patrulha têm um plano para assassinar o Velho Urso, comandante da Patrulha da Noite que, para grande insatisfação dos patrulheiros, planeia atacar os selvagens. Quando o plano está prestes a ser executado, um toque longo do corno ressoa pelo ar, anunciando a chegada de irmãos da patrulha e Chett vê o seu plano ir por água abaixo. Mas então ouve-se outro toque do corno. Dois toques significam selvagens a atacar. Pior ainda. E depois um terceiro toque. Há anos que nunca se tinha ouvido três toques do corno porque três toques significa um ataque dos Outros.
Os primeiros capítulos do livro não seguem a história imediatamente a seguir ao "Despertar da Magia", o 4º livro, que acabou com a guerra da Água Negra em que Stannis avança com a sua frota para derrotar Joffrey e a sua corte. Em vez disso, sobrepõe-se, contando a história das outras personagens aquando da guerra da Água Negra. Neste livro temos novos POV's (Point of View, ou seja, os capítulos são contados através dos olhos das personagens POV) como por exemplo Jaime Lannister que se encontra numa viagem para Porto do Rei e Samwell Tarly que foge agora dos Outros para a Muralha.
Seguimos a história de outras personagens já nossas conhecidas: Arya que foge de Harrenhal para Correrrio, Bran que foge de Winterfell (incendiado) para a Muralha, Daenerys Targaryen que viaja de Qarth para o Mar do Verão (neste livro apenas pára em Astapor, um cidade esclavagista), Jon Snow que teve de se juntar aos selvagens e que neste livro se envolve com Ygritte, Catelyn que continua em Correrrio e Davos que foi encontrado nuns rochedos após a batalha e enviado para as masmorras de Pedra do Dragão.
Comece agora a crítica:
Mais uma vez, George R.R. Martin surpreende todos os leitores que chegaram até este 5º livro que até agora é o meu favorito da série. A sua escrita continua muito boa, cuidada e descritiva, mas nunca aborrecida, sempre cheia de acção. A sua maneira de descrever os locais, os sentimentos, as guerras é uma arte que ninguém pode igualar.
Basicamente todos os livros tenho personagens favoritas mas que no entanto são quase sempre as mesmas. Neste livro foram três: Daenerys Targaryen, Jon Snow e Tyrion Lannister. A querida e jovem Daenerys tornou-se numa conquistadora implacável. Senhora de três dragões poderosos, viaja para a cidade de Astapor em busca de um exército que a ajude a conquistar Westeros. E devo dizer que esta "visita" a Astapor foi uma das mais épicas que já li e quando aconteceu aquilo que aconteceu (os que já leram o livro sabem a que me refiro), sorri e ri e quase que beijei o livro de felicidade. Daenerys sempre foi uma das minhas personagens favoritas, mas vê-la sofrer tanto fez-me perder um pouco o interesse por ela. Mas neste livro ela volta em força, consegue aquilo que deseja e finalmente deixa de sofrer.
Quanto ao Jon Snow, não sei o que me fez gostar tanto dos seus capítulos. Só sei que era muito divertidos e rápidos de ler. Talvez seja por causa de ser um novo cenário (para lá da Muralha) e por termos direito a conhecer melhor a cultura dos selvagens (ou se calhar devido a outra coisa *assobio*).
O Tyrion. Oh! O Tyrion. De um momento para o outro vê-se despojado de tudo o que tinha, deixa de ser Mão do Rei, vê a sua amada Shae em perigo e o seu controlador pai sempre com os olhos em cima dele. Mas no fundo no fundo, apesar de ser um Lannister, Tyrion odeia tanto os seus parentes como nós, leitores. Odeia Joffrey que deve ser um dos piores reis que já se sentou no Trono de Ferro (tirando Aerys, claro), odeia Cersei que sempre o gozou e que sempre se mostrou implacável com ele e odeia o seu pai, Tywin Lannister, que agora é Mão do Rei e pretende casá-lo com... (leiam o livro mas tenham em mente que é uma personagem que eu nunca estava à espera que se casasse com Tyrion, mas que afinal até fazem um casal muito bom)
Personagens que não gostei nada neste livro foram a Catelyn, o Bran e o Davos. Muito provavelmente porque são personagens paradas que nunca fazem nada. A Catelyn continua em Correrrio, os dias ao lado do pai a morrer. Todos os capítulos dela são basicamente 10 páginas dela a pensar "o meu querido Bran e o meu querido Rickon estão mortos, o meu Robb está em guerra e pode morrer a qualquer momento e o meu amado Ned está sem cabeça". Todos os capítulos. Nunca acontece nada, está sempre a dizer a mesma coisa. Acho que os capítulos dela podiam ser substituídos por Robb que não teve direito a ser um POV neste livro.
Eu sei que Bran vai ser uma personagem super interessante assim que chegue à Muralha, mas por enquanto nada lhe acontece. Os capítulos dele custam-me tanto a ler. É que nem os sonhos dele em que assume a pele de Verão são interessantes. Não sei, há alguma coisa a falhar.
E quanto ao Davos, não sei porquê, mas desde o início que nunca gostei dele. Também é muito parado e repetitivo e nada lhe acontece. E quando eu pensava que finalmente algo ia acontecer (quando é atirado para as masmorras), fica tudo igual. Pode ser que no próximo seja melhor.
E pronto, acho que toquei o essencial. Os locais/cenários não mudam muito excepto nos capítulos de Jon em que ele está nas terras para lá da Muralha e nos de Daenerys em que ela visita Astapor. Outros factores incluem os Outros que finalmente entram em força na história e quando lia uma parte em que eles apareciam, sentia um arrepio pela espinha acima. E o enredo também não muda muito, excepto as pequenas e grandes reviravoltas ao longo do livro como o casamento de Tyrion e o de Robb, a viagem de Arya para Correrrio que muda de curso para sua infelicidade e a mão de Jaime que também sofre uma reviravolta neste livro.
Resumindo, um livro que adorei e devorei em quatro dias. Quando finalmente comecei as férias tinha lido 121 páginas e em quatro dias consegui ler o resto do livro, sempre querendo saber o que acontecia a seguir e apenas parando às duas e meia da manhã quando ou os meus pais me obrigavam a ir para a cama ou chegava a um capítulo de uma personagem que não gostava (Catelyn, Bran e Davos).
Por isso dou 10 em 10 estrelas (5 em 5), um Brilhante que bem que podia rebentar com a minha escala e chegar aos 20 em 10. Uma leitura que eu recomendo sem qualquer dúvida e uma saga épica que eu também recomendo não só para amantes de fantasia, mas para aqueles que se interessam por política e guerra (porque basicamente a história central é política e guerra, só com uns elementos fantásticos à mistura).
Até à próxima e, como sempre... boas leituras!
P.S.: para quem quiser entrar no "mood" para ler este livro, aqui ficam duas músicas que me fartei de ouvir enquanto lia (e uma que achei interessante):
A música oficial da série "A Game of Thrones".
A música "The Rains of Castamere" ("As Chuvas de Castamere") tocada pelos The Nationals e cantada por Charles Dance, o actor que faz de Tywin Lannister na série. Podemos ver a tradução da letra para português na página 509/510 deste mesmo livro.
E finalmente a música "The Bear and The Maiden Fair" que podemos ler ao longo do livro umas mil vezes (na página 87, por exemplo).
Normalmente faço opiniões aos livros de "As Crónicas de Gelo e Fogo" aos pares. Por exemplo, uma crítica de "A Guerra dos Tronos" e "A Muralha de Gelo" porque estes dois livros complementam-se uma vez que em Portugal os livros originais foram divididos em dois e faz sentido fazer críticas do suposto livro completo. Mas a história chegou a um ponto em que a divisão dos livros parece uma vantagem para dar opiniões. É que tanta coisa aconteceu desde o início, tantas personagens apareceram e tantas morreram, que preciso de dividir a opinião.
Provavelmente esta crítica vai conter spoilers para este 5º livro que, tal como todos os outros da série, foram publicados pela editora Saída de Emergência que publica no nosso país os melhores livros de fantasia que um amante de fantasia podia pedir.
Mais uma vez, SPOILERS para os 4 primeiros livros da série (para quem não quer spoilers para o 5º livro, salte para a frase "Comece agora a crítica" que está a negrito)
Começamos com um prefácio, como todos os outros, passado a norte da Muralha onde a Patrulha da Noite se encontra e sob o ponto de vista de Chett, o patrulheiro responsável pelos cães da patrulha. Chett e outros dos irmãos da patrulha têm um plano para assassinar o Velho Urso, comandante da Patrulha da Noite que, para grande insatisfação dos patrulheiros, planeia atacar os selvagens. Quando o plano está prestes a ser executado, um toque longo do corno ressoa pelo ar, anunciando a chegada de irmãos da patrulha e Chett vê o seu plano ir por água abaixo. Mas então ouve-se outro toque do corno. Dois toques significam selvagens a atacar. Pior ainda. E depois um terceiro toque. Há anos que nunca se tinha ouvido três toques do corno porque três toques significa um ataque dos Outros.
Os primeiros capítulos do livro não seguem a história imediatamente a seguir ao "Despertar da Magia", o 4º livro, que acabou com a guerra da Água Negra em que Stannis avança com a sua frota para derrotar Joffrey e a sua corte. Em vez disso, sobrepõe-se, contando a história das outras personagens aquando da guerra da Água Negra. Neste livro temos novos POV's (Point of View, ou seja, os capítulos são contados através dos olhos das personagens POV) como por exemplo Jaime Lannister que se encontra numa viagem para Porto do Rei e Samwell Tarly que foge agora dos Outros para a Muralha.
Seguimos a história de outras personagens já nossas conhecidas: Arya que foge de Harrenhal para Correrrio, Bran que foge de Winterfell (incendiado) para a Muralha, Daenerys Targaryen que viaja de Qarth para o Mar do Verão (neste livro apenas pára em Astapor, um cidade esclavagista), Jon Snow que teve de se juntar aos selvagens e que neste livro se envolve com Ygritte, Catelyn que continua em Correrrio e Davos que foi encontrado nuns rochedos após a batalha e enviado para as masmorras de Pedra do Dragão.
Comece agora a crítica:
Mais uma vez, George R.R. Martin surpreende todos os leitores que chegaram até este 5º livro que até agora é o meu favorito da série. A sua escrita continua muito boa, cuidada e descritiva, mas nunca aborrecida, sempre cheia de acção. A sua maneira de descrever os locais, os sentimentos, as guerras é uma arte que ninguém pode igualar.Basicamente todos os livros tenho personagens favoritas mas que no entanto são quase sempre as mesmas. Neste livro foram três: Daenerys Targaryen, Jon Snow e Tyrion Lannister. A querida e jovem Daenerys tornou-se numa conquistadora implacável. Senhora de três dragões poderosos, viaja para a cidade de Astapor em busca de um exército que a ajude a conquistar Westeros. E devo dizer que esta "visita" a Astapor foi uma das mais épicas que já li e quando aconteceu aquilo que aconteceu (os que já leram o livro sabem a que me refiro), sorri e ri e quase que beijei o livro de felicidade. Daenerys sempre foi uma das minhas personagens favoritas, mas vê-la sofrer tanto fez-me perder um pouco o interesse por ela. Mas neste livro ela volta em força, consegue aquilo que deseja e finalmente deixa de sofrer.
Quanto ao Jon Snow, não sei o que me fez gostar tanto dos seus capítulos. Só sei que era muito divertidos e rápidos de ler. Talvez seja por causa de ser um novo cenário (para lá da Muralha) e por termos direito a conhecer melhor a cultura dos selvagens (ou se calhar devido a outra coisa *assobio*).
O Tyrion. Oh! O Tyrion. De um momento para o outro vê-se despojado de tudo o que tinha, deixa de ser Mão do Rei, vê a sua amada Shae em perigo e o seu controlador pai sempre com os olhos em cima dele. Mas no fundo no fundo, apesar de ser um Lannister, Tyrion odeia tanto os seus parentes como nós, leitores. Odeia Joffrey que deve ser um dos piores reis que já se sentou no Trono de Ferro (tirando Aerys, claro), odeia Cersei que sempre o gozou e que sempre se mostrou implacável com ele e odeia o seu pai, Tywin Lannister, que agora é Mão do Rei e pretende casá-lo com... (leiam o livro mas tenham em mente que é uma personagem que eu nunca estava à espera que se casasse com Tyrion, mas que afinal até fazem um casal muito bom)
Personagens que não gostei nada neste livro foram a Catelyn, o Bran e o Davos. Muito provavelmente porque são personagens paradas que nunca fazem nada. A Catelyn continua em Correrrio, os dias ao lado do pai a morrer. Todos os capítulos dela são basicamente 10 páginas dela a pensar "o meu querido Bran e o meu querido Rickon estão mortos, o meu Robb está em guerra e pode morrer a qualquer momento e o meu amado Ned está sem cabeça". Todos os capítulos. Nunca acontece nada, está sempre a dizer a mesma coisa. Acho que os capítulos dela podiam ser substituídos por Robb que não teve direito a ser um POV neste livro.Eu sei que Bran vai ser uma personagem super interessante assim que chegue à Muralha, mas por enquanto nada lhe acontece. Os capítulos dele custam-me tanto a ler. É que nem os sonhos dele em que assume a pele de Verão são interessantes. Não sei, há alguma coisa a falhar.
E quanto ao Davos, não sei porquê, mas desde o início que nunca gostei dele. Também é muito parado e repetitivo e nada lhe acontece. E quando eu pensava que finalmente algo ia acontecer (quando é atirado para as masmorras), fica tudo igual. Pode ser que no próximo seja melhor.
E pronto, acho que toquei o essencial. Os locais/cenários não mudam muito excepto nos capítulos de Jon em que ele está nas terras para lá da Muralha e nos de Daenerys em que ela visita Astapor. Outros factores incluem os Outros que finalmente entram em força na história e quando lia uma parte em que eles apareciam, sentia um arrepio pela espinha acima. E o enredo também não muda muito, excepto as pequenas e grandes reviravoltas ao longo do livro como o casamento de Tyrion e o de Robb, a viagem de Arya para Correrrio que muda de curso para sua infelicidade e a mão de Jaime que também sofre uma reviravolta neste livro.
Resumindo, um livro que adorei e devorei em quatro dias. Quando finalmente comecei as férias tinha lido 121 páginas e em quatro dias consegui ler o resto do livro, sempre querendo saber o que acontecia a seguir e apenas parando às duas e meia da manhã quando ou os meus pais me obrigavam a ir para a cama ou chegava a um capítulo de uma personagem que não gostava (Catelyn, Bran e Davos).Por isso dou 10 em 10 estrelas (5 em 5), um Brilhante que bem que podia rebentar com a minha escala e chegar aos 20 em 10. Uma leitura que eu recomendo sem qualquer dúvida e uma saga épica que eu também recomendo não só para amantes de fantasia, mas para aqueles que se interessam por política e guerra (porque basicamente a história central é política e guerra, só com uns elementos fantásticos à mistura).
Até à próxima e, como sempre... boas leituras!
P.S.: para quem quiser entrar no "mood" para ler este livro, aqui ficam duas músicas que me fartei de ouvir enquanto lia (e uma que achei interessante):
A música oficial da série "A Game of Thrones".
A música "The Rains of Castamere" ("As Chuvas de Castamere") tocada pelos The Nationals e cantada por Charles Dance, o actor que faz de Tywin Lannister na série. Podemos ver a tradução da letra para português na página 509/510 deste mesmo livro.
E finalmente a música "The Bear and The Maiden Fair" que podemos ler ao longo do livro umas mil vezes (na página 87, por exemplo).
Friday, 29 June 2012
O Nome do Vento - Opinião
Não sei se será possível fazer uma opinião a este livro, por isso decidi colocá-lo numa nova categoria: livros de opinião impossível. No entanto, vou esforçar-me ao máximo para fazer uma, por mais horrível e injusta que seja. Por isso peço desculpa por duas coisas: primeiro porque esta opinião vai ser enorme, segundo porque para os fãs do livro isto vai ser uma ofensa.
Antes de começar, devo fazer uma introdução. Acabei de ler este livro há cerca de uma mês ou coisa do género e prometi a mim mesmo que ia fazer uma opinião o mais cedo possível. Mas os exames meteram-se no caminho. Depois dos exames passarem já não tinha desculpas para não a fazer e por isso passei horas em frente do computador em busca de qualquer maneira de fazer uma crítica, mas sempre sem sucesso. Finalmente, depois de acalmar e dos efeitos que este livro provoca passarem, consegui.
Com quase 800 páginas (na nova edição da Editorial ASA), este livro é a fantasia pura e dura, uma prova de que este género literário ainda tem muito para dar, um fruto de anos e anos de trabalho que deram ao seu autor, Patrick Rothfuss, noites sem dormir e dias sem fazer mais nada a não ser escrever e planear. De um momento para o outro, o título "O Nome do Vento" estava nas bocas de todos os bloggers de livros e de todos os booktubers, tornando o livro famoso e conhecido internacionalmente, atribuindo ao seu autor comparações a Tolkien e a outros mestres da literatura fantástico.
"O Nome do Vento" começa com a vida de um simples estalajadeiro chamado Kote. Kote vive numa pequena aldeia, dono de uma estalagem quase sempre vazia, com um aprendiz a seu cuidado e um passado que se tornou lenda. Então, naquilo que parecia ser um simples dia, um dos seus raros clientes é atacado por uma aranha gigante que nunca ninguém viu e apesar de todos pensarem que era um simples animal, Kote sabe que a aranha era um demónio, criaturas que tinham sido expurgadas e que nunca mais tinham sido vistas.
Certo dia chega à sua estalagem um cronista, aliás, O Cronista, um escritor de renome que viaja de local para local em busca de lendas para as provar ou verdadeiras ou falsas. E quando o Cronista chega à estalagem de Kote, reconhece o cabelo vermelho como fogo do estalajadeiro, os seus olhos furiosos e selvagens e a sua expressão lutadora e lendária. O Cronista reconhece o estalajadeiro como sendo Kvothe, um homem que se cresceu numa trupe e se tornou na maior lenda de sempre. E assim, Kvothe vê-se obrigado a contar-lhe a sua história.
O primeiro livro conta apenas uma pequena parte da sua vida. Kvothe nasceu no seio dos Edema Ruh, uma trupe que viaja por todos os Quatro Cantos da Civilização (o mundo onde se passa a história) e anima as localidades. Certa noite Kvothe conhece um homem chamado Abenthy e, para sua grande surpresa, vê Abenthy chamar o vento. Jovem e curioso, pede aos pais para que Abenthy se lhes junte e assim é. Os dias passam e Kvothe vê-se cada vez mais próximo de Abenthy e este acaba por se tornar o seu professor, começando a ensinar-lhe o básico da magia.
Assim começa a aventura épica de Kvothe que depois passa pela Universidade, a grande escola de magia (e não só), se apaixona por uma jovem mais selvagem do que ele e busca vingança contra os Chandrian.
Sim, aquilo foi só uma sinopse do livro. Agora é que começa a crítica (eu bem disse que ia ser enorme).
Não vos posso dizer o que mais me apaixonou neste livro, se as personagens, se o enredo, se a imaginação do autor... É impossível porque todas essas coisas convergem para criar esta obra-prima. Temos como personagem principal Kvothe que já foi introduzida um pouco na sinopse. O que mais me impressionou em Kvothe foi o facto de ele ser uma personagem real, uma pessoa que realmente pode existir, uma pessoa normal. Ao longo do livro apercebemo-nos de que Kvothe não é mais uma daquelas personagens cliché que é pura como os raios de sol e tenta proteger a natureza e toda a gente. Não. Kvothe é um jovem neste livro e tal como todos os jovens é ambicioso e depois daquilo que lhe acontece (não vou revelar o quê porque é um spoiler), é natural que ele procure vingança, é normal que ele queira ser mais e mais poderoso para se poder vingar. É uma personagem tão real que quando ele era pobre e os guardas de Tarbean lhe batiam, eu chorava porque tinha medo que ele morresse, irritava-me apetecia-me bater nos guardas. Quando Denna o ignorava, batia no livro e apetecia-me dar-lhe chapadas. Por falar em Denna, esta não é outra das habituais raparigas que andam atrás dos protagonistas dos livros. Muito pelo contrário. E só assim por acaso, a Denna é um bocado... parva (para não dizer outras coisas).
Quando ao enredo, é mais uma aventura épica do género fantástico. Acompanhamos Kvothe desde a juventude e neste livro apenas podemos ver um pouco da sua estadia na Universidade e uma viagem que ele faz em busca dos Chandrian. A Universidade é deveras interessante. Aqui ensinam magia, mas a magia que Patrick Rothfuss apresenta neste livro é diferente de tudo aquilo que eu já li. É uma magia (chamada Simpatia) mais virada para o lado científico e lógico. Por exemplo, para acender uma vela, temos de nos concentrar na vela, mas não podemos acendê-la de qualquer maneira porque na Natureza nada se cria nada se perde, tudo se transforma. Então, temos de nos concentrar numa fonte de calor, dividindo assim o nosso cérebro, uma parte para o pavio, outra para a fonte de calor. E só assim conseguimos acender a vela. E este sistema de magia é completamente diferente. Fomos habituados a varinhas mágicas que basta agitar e voilá! e a apontar mãos e tcharan! Mas a Simpatia é muito diferente e mais interessante e complicada e... sei lá!Não temos muito direito a conhecer os Quatro Cantos da Civilização. Sabemos algumas coisas (há demónios, magia, dragões, etc.) mas pouco mais. Ah! Já me esquecia! Outro elemento nesta narrativa que raramente se vê na fantasia é a música. É que o nosso pequeno Kvothe é um mestre com o alaúde!
Mas resumindo e concluindo e para não alonga ainda mais esta crítica (podia continuar por muito mais), este livro é fantástico e maravilhoso. Sem dúvida 10 em 10 estrela, ou seja, 5 em 5, um extremo Brilhante. Um dos melhores livros que já li e ando desesperado por ler os próximos.
Au revoir e... boas leituras!
Thursday, 21 June 2012
Ahhhhh!!! (Exames, Férias e Escrita)
Um título um pouco subjectivo mas que se adequa a este post. Primeiro tenho de pedir imensa desculpa pela minha inactividade durante uma semana ou coisa parecida, mas os exames apareceram no caminho e sinceramente, eu estava a entrar em pânico.
Depois do desastre que foi o Teste Intermédio de Matemática (que esteve nas notícias a toda a hora), o meu cérebro não parava de me dizer que o exame ia ser ainda pior e então os livros de matemática tiveram de substituir os meus tão adorados livros de leitura. Mas afinal de contas, o exame era tão fácil que podia fazê-lo de olhos fechados (quase).
Mas, resumindo e concluindo, estou de volta e pronto para começar a bloggar (?) durante as férias de Verão que ansiei durante tanto tempo. Por isso, o título (que se não perceberam é basicamente o som de alguém a gritar), pode ter dois significados: o meu stress depois de tanto estudo e a minha felicidade por já ter tudo pelas costas e poder relaxar.
E por isso, este post serve basicamente de um pequeno update para justificar a minha ausência e também para vos colocar um desafio se quiserem participar.
Para quem já leu o meu perfil no blog, eu digo que adoro ler, mas também escrever. Sinceramente considero todos os meus "livros" como tentativas falhadas porque nunca acabei nenhum. Até ao início deste ano em que participei num concurso em que tinha de escrever um livro até 31 de Janeiro. E consegui! E reparei que apenas o consegui porque estava sob pressão e porque tinha uma data limite.
Então, depois de navegar na Internet, decidi visitar a minha antiga conta do NaNoWriMo que já deve estar a acumular pó. Para aqueles que não sabem, NaNoWriMo significa National Novel Writing Month (Mês Nacional de Escrita, basicamente) e o conceito é que os participantes têm desde o início de Novembro até ao fim do mesmo mês para escrever um livro com pelo menos 50.000 palavras. E eu pensei: se eu só escrevo com datas limite, mas não posso participar no NaNoWriMo porque estou em aulas, posso fazer o meu próprio campeonato de escrita.
Por isso juntei-me com mais três amigos e decidimos fazer o nosso próprio campeonato de escrita com as mesmas regras do NaNoWriMo mas em vez de Novembro, em Julho. E então convido-vos todos a participar. Como não temos um contador de palavras, quem quiser participar pode ir à página do Facebook do meu grupo "Eu ADORO Ler" ou vir aqui ao meu blog e deixar um comentário com o número de palavras que já têm. Os participantes não têm obrigatoriamente de acabar o livro. Podem chegar ao fim só com 1000 palavras. Apesar de ser um campeonato, não vamos competir realmente. Vai ser só por diversão.
Se não quiserem participar, tudo bem. Fica para a próxima... :)
Até à próxima e... boas leituras!
Depois do desastre que foi o Teste Intermédio de Matemática (que esteve nas notícias a toda a hora), o meu cérebro não parava de me dizer que o exame ia ser ainda pior e então os livros de matemática tiveram de substituir os meus tão adorados livros de leitura. Mas afinal de contas, o exame era tão fácil que podia fazê-lo de olhos fechados (quase).
Mas, resumindo e concluindo, estou de volta e pronto para começar a bloggar (?) durante as férias de Verão que ansiei durante tanto tempo. Por isso, o título (que se não perceberam é basicamente o som de alguém a gritar), pode ter dois significados: o meu stress depois de tanto estudo e a minha felicidade por já ter tudo pelas costas e poder relaxar.
E por isso, este post serve basicamente de um pequeno update para justificar a minha ausência e também para vos colocar um desafio se quiserem participar.
Para quem já leu o meu perfil no blog, eu digo que adoro ler, mas também escrever. Sinceramente considero todos os meus "livros" como tentativas falhadas porque nunca acabei nenhum. Até ao início deste ano em que participei num concurso em que tinha de escrever um livro até 31 de Janeiro. E consegui! E reparei que apenas o consegui porque estava sob pressão e porque tinha uma data limite.
Então, depois de navegar na Internet, decidi visitar a minha antiga conta do NaNoWriMo que já deve estar a acumular pó. Para aqueles que não sabem, NaNoWriMo significa National Novel Writing Month (Mês Nacional de Escrita, basicamente) e o conceito é que os participantes têm desde o início de Novembro até ao fim do mesmo mês para escrever um livro com pelo menos 50.000 palavras. E eu pensei: se eu só escrevo com datas limite, mas não posso participar no NaNoWriMo porque estou em aulas, posso fazer o meu próprio campeonato de escrita.
Por isso juntei-me com mais três amigos e decidimos fazer o nosso próprio campeonato de escrita com as mesmas regras do NaNoWriMo mas em vez de Novembro, em Julho. E então convido-vos todos a participar. Como não temos um contador de palavras, quem quiser participar pode ir à página do Facebook do meu grupo "Eu ADORO Ler" ou vir aqui ao meu blog e deixar um comentário com o número de palavras que já têm. Os participantes não têm obrigatoriamente de acabar o livro. Podem chegar ao fim só com 1000 palavras. Apesar de ser um campeonato, não vamos competir realmente. Vai ser só por diversão.
Se não quiserem participar, tudo bem. Fica para a próxima... :)
Até à próxima e... boas leituras!
Wednesday, 13 June 2012
Wishlist #1
- Os Pilares do Mundo (Trilogia "Os Pilares do Mundo" #1) de Anne Bishop
- O Medo do Homem Sábio (Trilogia "O Regicida" #2) de Patrick Rothfuss
- Filha do Sangue (Trilogia das Jóias Negras #1) de Anne Bishop
- O Homem Pintado (Ciclo "A Noite dos Demónios" #1) de Peter V. Brett
Um post pequeno e rápido de fazer. Vou fazê-lo todas as quartas-feiras.
Até à próxima e... boas leituras!
Saturday, 9 June 2012
Os 7 Pecados Mortais da Leitura (Tag #1)
Uma breve introdução antes de começar. Para quem não sabe, as tags são muito comuns nas comunidades do Youtube. Por exemplo, na comunidade de leitura do Youtube são comuns as tags sobre leitura ou sobre um livro ou autor em específico. Uma tag começa quando um booktuber (um utilizador do Youtube pertencente à comunidade de leitura) decidi criar um conjunto de perguntas. Depois responde às perguntas e marca (tag) outros booktubers para que estes também respondam às perguntas.
Esta tag em específico foi adaptada por uma booktuber de uma tag da comunidade de beleza e moda do Youtube. Chama-se "Os 7 Pecados Mortais da Leitura" e, como podem ter adivinhado pelo título, gira em volta dos 7 pecados mortais. Para esta tag não vou marcar ninguém em especial. Todos podem fazê-la nos comentários ou onde quiserem. Outros donos de blogs sobre livros também a podem fazer se quiserem. É livre!
Comecemos então.

Ganância
- Qual o teu livro mais caro? E qual o mais barato?
O meu livro mais caro, ou melhor, os meus livros mais caros são os das Crónicas de Gelo e Fogo que rondam os 18/19€. O meu livro mais barato, sem contar com os que foram oferecidos, foi "As Aventuras de Sherlock Holmes" que me custou 8€.
Fúria
- Qual o autor com o qual tens uma relação de amor/ódio?
Terei de responder com o George R.R. Martin. Adoro-o porque adoro a escrita e os livros e as ideias e tudo o resto, mas por vezes odeio-o por causa de todas as personagens que mata. Mas fora isso é um autor que eu recomendo
Gula
- Qual o livro que devoraste vezes sem conta sem qualquer remorso?
Vou ter de responder com vários livros porque eu sou um daqueles leitores que lê e relê livros várias vezes. Mas acho que os que li mais vezes foram os Harry Potter que li cerca de 5 vezes.
Preguiça
- Qual o livro que te recusas a ler devido à preguiça?
Não há nenhum livro em especial que eu me recuse a ler porque todos os livros que pousam nas minhas estantes têm de ser livros. No entanto existe um que tento afastar o dia em que o leia. "Os Miseráveis" de Victor Hugo. Eu quero ler este livro mesmo muito, mas admitamos, todos temos medo de nos lançarmos para um livro com 1087 páginas.
Orgulho
- Qual o livro que evocas mais vezes durante uma conversa para soares intelectual?
Normalmente não uso livros para soar intelectual, mas o livro que utilizaria caso fosse necessário seria "Os Lusíadas" que é um clássico e sinto-me muito orgulhoso por ter conseguido lê-lo todo.
Luxúria
- Qual a característica que mais gostas de ver numa personagem masculina? E numa personagem feminina?
Gosto mais de ler sobre personagens masculinas quando estas são inteligentes e independentes. Odeio personagens masculinas que correm atrás das raparigas ou que são vazias e sem nada, realmente. Nas femininas gosto de ver personagens fortes e independentes e com ideias próprias. Não gosto das raparigas que ficam sentadas à espera do príncipe encantado.
Inveja
-Qual ou quais os livros que mais gostavas de receber como prenda?
Todos! A sério, todos! Não me importava de receber todos os livros. Não tenho nenhum capricho em especial.
E pronto, aqui estão os 7 pecados mortais com uma pergunta cada. Mais uma vez, todos podem fazer esta tag seja nos comentários ou onde quer que seja. Não se esqueçam de me avisar para eu poder ver as vossas respostas!
Até à próxima e... boas leituras!
Esta tag em específico foi adaptada por uma booktuber de uma tag da comunidade de beleza e moda do Youtube. Chama-se "Os 7 Pecados Mortais da Leitura" e, como podem ter adivinhado pelo título, gira em volta dos 7 pecados mortais. Para esta tag não vou marcar ninguém em especial. Todos podem fazê-la nos comentários ou onde quiserem. Outros donos de blogs sobre livros também a podem fazer se quiserem. É livre!
Comecemos então.

Ganância
- Qual o teu livro mais caro? E qual o mais barato?
O meu livro mais caro, ou melhor, os meus livros mais caros são os das Crónicas de Gelo e Fogo que rondam os 18/19€. O meu livro mais barato, sem contar com os que foram oferecidos, foi "As Aventuras de Sherlock Holmes" que me custou 8€.
Fúria- Qual o autor com o qual tens uma relação de amor/ódio?
Terei de responder com o George R.R. Martin. Adoro-o porque adoro a escrita e os livros e as ideias e tudo o resto, mas por vezes odeio-o por causa de todas as personagens que mata. Mas fora isso é um autor que eu recomendo
Gula
- Qual o livro que devoraste vezes sem conta sem qualquer remorso?
Vou ter de responder com vários livros porque eu sou um daqueles leitores que lê e relê livros várias vezes. Mas acho que os que li mais vezes foram os Harry Potter que li cerca de 5 vezes.
Preguiça
- Qual o livro que te recusas a ler devido à preguiça?
Não há nenhum livro em especial que eu me recuse a ler porque todos os livros que pousam nas minhas estantes têm de ser livros. No entanto existe um que tento afastar o dia em que o leia. "Os Miseráveis" de Victor Hugo. Eu quero ler este livro mesmo muito, mas admitamos, todos temos medo de nos lançarmos para um livro com 1087 páginas.
Orgulho- Qual o livro que evocas mais vezes durante uma conversa para soares intelectual?
Normalmente não uso livros para soar intelectual, mas o livro que utilizaria caso fosse necessário seria "Os Lusíadas" que é um clássico e sinto-me muito orgulhoso por ter conseguido lê-lo todo.
Luxúria
- Qual a característica que mais gostas de ver numa personagem masculina? E numa personagem feminina?
Gosto mais de ler sobre personagens masculinas quando estas são inteligentes e independentes. Odeio personagens masculinas que correm atrás das raparigas ou que são vazias e sem nada, realmente. Nas femininas gosto de ver personagens fortes e independentes e com ideias próprias. Não gosto das raparigas que ficam sentadas à espera do príncipe encantado.
Inveja-Qual ou quais os livros que mais gostavas de receber como prenda?
Todos! A sério, todos! Não me importava de receber todos os livros. Não tenho nenhum capricho em especial.
E pronto, aqui estão os 7 pecados mortais com uma pergunta cada. Mais uma vez, todos podem fazer esta tag seja nos comentários ou onde quer que seja. Não se esqueçam de me avisar para eu poder ver as vossas respostas!
Até à próxima e... boas leituras!
Saturday, 2 June 2012
Book Haul #2
Chegou o fim do mês de Maio e o início de Junho e como disse no meu primeiro Book Haul, os livros escolhidos teriam de ser lidos até Junho. Não consegui cumprir essa promessa porque tive mais olhos que barriga. Era o fim de Abril quando fiz o Book Haul, o que me deixou Maio para o cumprir, mas como é o fim do ano lectivo e os testes vêm uns atrás dos outros, não tive muito tempo para ler. Felizmente só me falta um bocadinho do "Nome do Vento" e acabar o "Sherlock Holmes". No entanto, apresento-vos o segundo Book Haul e este será um pouco mais pequeno porque os livros são grandes e porque tenho exames este mês de Português e Matemática e o último é só dia 21 de Junho. Por isso este Book Haul será para cumprir até a meio de Julho, quando já estiver de férias e tiver mais tempo para ler.
Bem, apresento-vos os três livros a ler neste Book Haul dedicado apenas à Colecção Bang! da Editora Saída de Emergência:
Bem, apresento-vos os três livros a ler neste Book Haul dedicado apenas à Colecção Bang! da Editora Saída de Emergência:
"A Tormenta de Espadas" foi o mais votado nos grupos "Eu ADORO Ler" e "Leitores da Colecção Bang!" no Facebook e para continuar no tema (e porque estou ansioso por saber o que acontece), escolhi também a "Glória dos Traidores". Os 5º e 6º livros da saga "As Crónicas de Gelo e Fogo" prometem ser os melhores e mais surpreendentes de todos. Segundo críticas online, todos dizem que a "Glória dos Traidores" tem o título apropriado.
O terceiro livro deste Book Haul foi o segundo mais votado nos grupos acima referidos. Andava com o olho nesta saga desde há bastante tempo e o título parece prometedor. Infinitas boas críticas a este livro andam espalhadas online e nunca podemos ignorar um livro recomendado pelo mestre George R.R. Martin.
Deixo-vos então com estes três livros, um total de 1450 páginas de leitura que prometem ser épicas.
Até à próxima e... boas leituras!
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